ALL YOU NEED IS KILL Review: Uma Adaptação Mais Fiel do Livro que Inspirou “The Edge of Tomorrow”, Mas Não Tão Divertida

Rita (Ai Mikami) está em uma situação tão irônica quanto possível. A solitária entediada e deprimida anseia pela doce liberação da morte, mas está presa em um looping temporal sem fim em que não pode morrer… mas também não pode viver. É um purgatório frustrante, para dizer o mínimo. All You Need Is Kill, que é baseado no romance leve e no mangá de mesmo nome — e que também deu origem ao épico de ação de ficção científica de Tom Cruise e Emily Blunt, The Edge of Tomorrow (ou Live. Die. Repeat.) — é uma alegoria simples, mas eficaz, para aqueles que encontram a monotonia cotidiana da vida como uma prisão enlouquecedora. Pintado com a vivacidade de uma explosão de tinta spray, o filme ágil de Kenichiro Akimoto é uma adaptação mais fiel do livro de Hiroshi Sakurazaka do que a de Doug Liman, mas o que ganha em autenticidade perde em propulsão.

Contexto e Background

All You Need Is Kill mergulha os espectadores em um universo distópico onde a guerra contra alienígenas se tornou uma luta desesperada pela sobrevivência da humanidade. Rita, a personagem principal, encontra-se presa em um ciclo repetitivo de batalhas sangrentas, incapaz de escapar da armadilha temporal que a mantém em constante agonia.

Impactos e Consequências

A abordagem mais fiel de All You Need Is Kill em relação ao material de origem pode ser apreciada pelos fãs mais dedicados do livro e do mangá. No entanto, a falta de inovação e o ritmo mais lento do filme podem afastar aqueles que procuram uma experiência mais emocionante e dinâmica, como a oferecida por The Edge of Tomorrow. A fidelidade à fonte pode ter sido um ponto positivo, mas a falta de novidades pode ter prejudicado a experiência cinematográfica como um todo.

Perspectivas e Próximos Passos

Para os amantes do gênero de ficção científica e ação, All You Need Is Kill ainda oferece uma narrativa envolvente e cenas de batalha visualmente impressionantes. Com o sucesso de The Edge of Tomorrow, é interessante ver como diferentes abordagens à mesma história podem cativar públicos distintos. No futuro, é possível que novas adaptações surjam, explorando diferentes nuances e perspectivas desse intrigante enredo de loop temporal. Em resumo, All You Need Is Kill apresenta uma adaptação mais fiel do material original, mas pode não oferecer a mesma dose de diversão e adrenalina que seu sucessor cinematográfico. Para os fãs da obra de Hiroshi Sakurazaka, é uma oportunidade de mergulhar mais fundo na história; para aqueles que buscam uma experiência mais vibrante, talvez seja melhor revisitar The Edge of Tomorrow. Leia também: Fonte

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