Disney+ prepara 2026 com um thriller de ação que promete ser o “So Bad It’s Good” definitivo da streaming
Em meio ao cenário saturado de produções de alta tecnologia e efeitos especiais, uma nova aposta da Disney+ promete conquistar o público com uma mistura inusitada de ação, roteiro duvidoso e charme embaraçoso. O próximo filme de thriller de ação de 2026, que já está sendo chamado nos bastidores de “o clássico do ‘So Bad It’s Good’ da streaming”, parece estar desenhado para dividir opiniões e, quem sabe, se tornar um ícone de entretenimento vergonhoso, porém irresistível. Essa estratégia de aposta em produções que beiram o surreal é, ao mesmo tempo, um reflexo do que o público busca na era digital e uma oportunidade de ouro para o serviço de streaming se destacar na concorrência.
Seja para rir ou para se surpreender com o nível de absurdidade, o que importa é que a Disney+ está caminhando na direção de uma experiência que mistura o genial ao grotesco, uma receita que tem tudo para gerar debates acalorados e até memes virais. Afinal, o que é um blockbuster de ação que parece ter saído de um universo paralelo, mas que, de alguma forma, captura a atenção do espectador? A resposta pode estar justamente na sua capacidade de ser “so bad it’s good”, um fenômeno que Hollywood conhece bem e que, agora, chega ao universo do streaming com força total. Essa tendência merece nossa atenção, pois revela algo mais profundo sobre o que o público valoriza na cultura pop contemporânea.
O debate sobre o “So Bad It’s Good”: entre charme e fracasso
O apelo do desastroso: uma nova forma de entretenimento
Nos últimos anos, o fenômeno do “So Bad It’s Good” ganhou destaque nas redes sociais e nas críticas especializadas. Filmes e séries que, por sua produção duvidosa, efeitos toscos ou roteiros inverossímeis, acabam conquistando uma legião de fãs que veem nelas uma forma de diversão pura. A nova produção da Disney+ parece seguir essa mesma linha, apostando na ideia de que, às vezes, o fracasso intencional ou não pode se transformar em uma experiência altamente entretenedora.
Esse tipo de conteúdo desafia o conceito tradicional de qualidade cinematográfica, propondo uma espécie de “glamour do imperfeito”. Enquanto alguns críticos consideram esses filmes como um sinal de baixa qualidade, uma grande parcela do público busca exatamente esse sentimento de nostalgia, ironia e diversão descompromissada. Assim, o “So Bad It’s Good” se torna uma estratégia inteligente de se conectar com uma audiência que quer rir de algo que, por outro lado, também quer se emocionar com o absurdo.
Porém, há um risco: a linha entre o charme e o fracasso total pode ser tênue. Se a produção não for bem equilibrada, corre-se o perigo de se tornar apenas um espetáculo de erros, sem qualquer valor de entretenimento. Ainda assim, a Disney+ parece apostar que essa mistura de caos e charme pode ser a sua próxima grande jogada, especialmente na era em que o conteúdo viral muitas vezes é aquele que desafia a lógica e o bom senso.
O impacto cultural de uma produção “so bad it’s good” na era do streaming
Na atualidade, o streaming mudou o paradigma do consumo audiovisual, permitindo que produções de nicho ou de baixa qualidade ganhem popularidade instantânea. Um filme ou série que, tradicionalmente, seria descartado por sua má execução, agora pode se tornar um fenômeno global graças às redes sociais. Essa democratização do entretenimento favorece produções que, embora ruins, têm potencial de viralizar por sua própria falha ou exagero.
Ao apostar em um thriller de ação que parece ter saído de um universo paralelo, a Disney+ está, na prática, alimentando uma cultura de entretenimento que valoriza o imprevisível. Essa estratégia pode transformar o que seria um fracasso crítico em uma espécie de cult, atraindo uma nova geração de espectadores que valoriza o “ridículo bem feito” e a diversão descompromissada. Assim, o que antes era visto como um erro, hoje se torna um símbolo de autenticidade e criatividade “não convencional”.
Por outro lado, é importante refletir se essa tendência não pode prejudicar a qualidade do conteúdo produzido. Afinal, há uma linha tênue entre o entretenimento trash e a banalização do que é bem feito. A questão que fica é: até onde essa aposta pode transformar a cultura pop em uma verdadeira celebração do desleixo, ou ela pode abrir espaço para uma nova forma de arte que valoriza o imperfeito?
O futuro do entretenimento: entre inovação e autoironia
A aposta da Disney+ em uma produção de ação que promete ser o “So Bad It’s Good” clássico do streaming sinaliza uma mudança de paradigma na forma como consumimos e produzimos entretenimento. Essa estratégia traz à tona uma reflexão importante: o que realmente buscamos em uma produção audiovisual? Ser um espetáculo tecnicamente perfeito ou uma experiência que nos permita rir, se surpreender ou até sentir nostalgia pelo absurdo?
Se o sucesso dessa iniciativa for confirmado, podemos estar diante de um novo gênero de sucesso no streaming, onde a imperfeição é celebrada e se torna parte da narrativa. A autoironia e o humor involuntário podem se tornar elementos centrais de uma nova estética, que valoriza o desconforto e o exagero. Assim, o “So Bad It’s Good” pode deixar de ser uma exceção e se transformar em uma tendência definitiva do entretenimento digital.
Por fim, fica a dúvida: essa estratégia será uma aposta de curto prazo ou o início de uma mudança duradoura na cultura pop? A resposta dependerá do que o público valorizar mais — a perfeição técnica ou a autenticidade embaraçosa. De qualquer forma, o que está por vir promete desafiar nossas expectativas e expandir os limites do que consideramos “bom” ou “ruim” na televisão e no cinema.
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